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Cantinho amigoDesejando encorajar o progresso de seu jovem filho ao piano, uma mãe levou seu pequeno filho a um concerto de Paderewski.Depois de sentarem, a mãe viu uma amiga na platéia e foi até ela para saudá-la. Tomando a oportunidade para explorar as maravilhas do teatro, o pequeno menino se levantou e eventualmente suas explorações o levaram a uma porta onde estava escrito "PROIBIDA A ENTRADA". Quando as luzes abaixaram e o concerto estava prestes a começar, a mãe retornou ao seu lugar e descobriu que seu filho não estava lá. De repente, as cortinas se abriram e as luzes caíram sobre um impressionante piano Steinway no cento do palco. Horrorizada, a mãe viu seu filho sentado ao teclado, inocentemente catando as notas de "Cai, cai, balão". Naquele momento, o grande mestre de piano fez sua entrada, rapidamente foi ao piano, e sussurrou no ouvido do menino, "Não pare, continue tocando". Então, debruçando, Paderewski estendeu sua mão esquerda e começou a preencher a parte do baixo. Logo, colocou sua mão direita ao redor do menino e acrescentou um belo acompanhamento de melodia. Juntos, o velho mestre e o jovem noviço transformaram uma situação embaraçosa em uma experiência maravilhosamente criativa. O público estava perplexo. É assim que as coisas são com Deus. O que podemos conseguir por conta própria mal vale mencionar. Fazemos o melhor possível, mas os resultados não são exatamente como uma música graciosamente fluida. Mas, com as mãos do Mestre, as obras de nossas vidas verdadeiramente podem ser lindas. Na próxima vez que você se determinar a realizar grandes feitos, ouça atentamente. Você pode ouvir a voz do Mestre, sussurrando em seu ouvido, "Não pare, continue tocando". Sinta seus braços amorosos ao seu redor. Saiba que suas fortes mãos estão tocando o concerto de sua vida. Lembre-se, Deus não chama aqueles que são equipados. Ele equipa aqueles que são chamados. E Ele sempre estará lá para amar e guiar você a grandes coisas. (autor desconhecido) |
Em cada amanhecer A todo tempo tudo o que acontecer Em cada descobrir Em cada abraço amigo e a cada sorrir Você vai estar do meu lado Mesmo sozinho estou acompanhado Não importa o que há de vir Sempre tenho você pra me conduzir Uma canção de amor
DONATE
segunda-feira, 30 de julho de 2012
PROIBIDA A ENTRADA
ARRISCAR É VIVER
Que o dia não seja esquecido
Para que a vida seja lembrada
Que a dor não seja abrigo
Para a alma abandonada
Que o momento seja presente
Para que a lembrança seja viva
Que ele se torne alívio a mente
Para que esqueça de vossa ida
Que o escuro não traga o medo
Para que a loucura um dia volte
Que o ontem não seja um erro
Para que o amanhã não seja morte
Que seja grande a esperança
Para que a vida seja forte
Que a felicidade não se alcança
Para aqueles que temem a má sorte
Que o risco seja sempre corrido
Para que possa mostrar meu mundo
Que o sonho não tenha ainda ido
Para que o poeta não viva mudo
E que a verdade possa, então aparecer
Para que aí, a vida possa acontecer
Autor: Raul Brito
Para que a vida seja lembrada
Que a dor não seja abrigo
Para a alma abandonada
Que o momento seja presente
Para que a lembrança seja viva
Que ele se torne alívio a mente
Para que esqueça de vossa ida
Que o escuro não traga o medo
Para que a loucura um dia volte
Que o ontem não seja um erro
Para que o amanhã não seja morte
Que seja grande a esperança
Para que a vida seja forte
Que a felicidade não se alcança
Para aqueles que temem a má sorte
Que o risco seja sempre corrido
Para que possa mostrar meu mundo
Que o sonho não tenha ainda ido
Para que o poeta não viva mudo
E que a verdade possa, então aparecer
Para que aí, a vida possa acontecer
Autor: Raul Brito
terça-feira, 24 de julho de 2012
A um livro!
No silêncio de cinzas do meu Ser agita-se uma sombra de cipreste,
É uma sombra triste que ando a ler no livro cheio de mágoa que me deste!
Estranho livro aquele igual a mim! Cheira a mortos a rir e a cantar...
É dum branco sinistro de jasmim, que só me dá vontade de chorar!
Parece que folheio toda a minh'alma! O livro que me deste, em mim salma
As oroções que choro e rio e canto!
Poeta igual a mim, ai quem me dera
Dizer o que tu dizes! Quem soubera
Velar a minha Dor desse teu manto
- Com o mesmo titulo, este soento alcança sua versão difinitiva no Livro de Mágoas. ( Florbela Espanca)
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